Caldeirinha litúrgica dourada | 20 cm de altura | Venda online
182,97€
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Caldeirinha e hissope dourados
- Caldeirinha com 30 cm de altura total.
- 20 cm de altura até à asa.
- 16 cm de diâmetro.
- Fabricado em metal polido de cor dourada.
- Caldeirinha com pé com decoração em relevo.
- Decoração cinzelada com motivos vegetais na copa e no fuste.
- Caldeirinha com cubeta interior extraível para facilitar a limpeza.
- O preço de venda não inclui hissope.
- Também à venda conjunto de caldeirinha e hissope litúrgico.
Caldeirinha e hissope litúrgicos
A caldeirinha e o hissope são um conjunto de duas peças de ourivesaria litúrgica que é habitualmente empregado pelos padres. A caldeirinha é o recipiente que contém a Água Benta. O hissope é o instrumento com o que se asperge (se espalha) a Água Benta sobre pessoas, lugares ou objetos.
A Água Benta é símbolo de purificação, da proteção divina e, muito especialmente, da memória do Batismo.
Na sua forma mais comum, a caldeirinha é um cubo ou cubeta com asa, pensado para transportar a água com estabilidade e sem derrames. O hissope, por sua parte, costuma ser uma estrutura com um cabo unido a umas cerdas ou a um depósito perfurado, em geral com forma esférica, que armazena a água e a deixa cair ao sacudi-lo com suavidade.
Em algumas tradições locais ou celebrações solenes, o hissope pode ser também um molho de ramos (buxo, loureiro ou outros), recordando formas antigas de aspersão, antes de se generalizarem os modelos metálicos que se usam nos nossos dias.
Estes objetos usam-se sobretudo em bênçãos e em ritos de purificação. O gesto de aspersão com Água Benta é um lembrete de que Deus santifica, protege e chama à conversão. A Água Benta evoca-nos a graça batismal, o pedido de purificação e a súplica de proteção divina.
Etimologia da caldeirinha e do hissope
- Caldeirinha
No uso litúrgico hispânico, a palavra caldeirinha faz referência ao recipiente para a Água Benta destinada às aspersões. A palavra, cuja origem se relaciona com o termo latino sítula, significa «cubeta» ou «caldeirinho».
A caldeirinha contém e transporta a Água Benta.
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Hissope
O termo hissope faz referência a uma planta (muito presente na linguagem bíblica) que, segundo as Sagradas Escrituras, era usada para realizar rituais relacionados com a bênção.
O hissope permite aspergir de maneira ordenada e visível.
História, origem e evolução do uso
A aspersão com água como sinal de purificação tem um fundo muito antigo: na Bíblia aparecem ritos com água (e também com sangue) associados à purificação e à aliança. Com o passar dos séculos, a Igreja foi configurando o uso da Água Benta em celebrações e bênçãos, e com isso consolidou-se o emprego de recipientes e «aspersórios».
Durante a Idade Média, além de instrumentos metálicos, documenta-se o uso de ramos ou molhos vegetais para aspergir. Com o tempo impuseram-se formas mais estáveis: o hissope com cerdas ou com depósito perfurado, e a caldeirinha como caldeirinho portátil e resistente, apto para o serviço do altar e para procissões ou bênçãos fora da igreja.
Método de uso (como se usa na prática)
- Coloca-se a Água Benta na caldeirinha.
- O celebrante toma o hissope e introduz-lo brevemente na caldeirinha para o carregar de água.
- Asperge-se com um gesto curto e controlado, normalmente com um movimento de pulso, evitando encharcar e procurando uma dispersão digna. O gesto procura ser sóbrio e expressivo ao mesmo tempo.
- Após o uso, deixa-se o hissope num lugar adequado (por vezes junto da caldeirinha), cuidando que não pingue sobre o chão ou os corporais.
Momentos habituais de uso
1) Aspersão dominical na Missa. Em alguns domingos, especialmente no tempo pascal, a aspersão com Água Benta pode substituir o ato penitencial, sublinhando a memória do Batismo e o chamamento a viver como batizados.
2) Exéquias (funeral). A aspersão sobre o féretro (e por vezes sobre a assembleia) exprime a esperança cristã e recorda que o defunto foi incorporado em Cristo pelo Batismo.
3) Bênçãos de pessoas, lugares ou objetos. É frequente em bênçãos de casas, em certos ritos de dedicação ou bênção de espaços, e em bênçãos de objetos de devoção, quando o ritual o prevê.